Sua loja facilita a busca de informações pelo consumidor?

No último Ponto de Vista incentivamos você a ativar o processo de compra do consumidor para que ele reconhecesse que precisa de seu produto e partisse para a satisfação de sua necessidade. Se você conseguiu, perfeito! Pois agora, a continuação deste processo depende mais ainda de seu empenho. Seu consumidor começa a segunda etapa, a chamada busca de informações.
Seu consumidor começa a construir mentalmente a decisão de compra e quer fazê-la o mais convicto possível, por isso vai à busca de informações referentes ao produto, ao uso e ao pagamento. Você pode ter controle desta etapa se observar quais informações têm mais importância para seu consumidor e quais tem menos. Por exemplo, seu consumidor pode querer saber mais se sua marca já foi usada por alguma celebridade e dar pouca importância para os materiais que a compõem ou sua modelagem. Pesquisar constantemente seu consumidor lhe trará estas respostas e você saberá quais informações ele costuma buscar.
Ele pode usar informações internas, resultantes de experiências anteriores em compras na sua loja ou de seu produto, ou até mesmo por ter lido sobre eles em uma revista ou site. Se ele fizer assim, temos que torcer para que tenha boas lembranças de sua loja, seu atendimento e seus produtos. Caso contrário, suas chances com ele são poucas.
Se as informações de experiências e conhecimentos anteriores não forem suficientes para ele, seu consumidor vai em busca de fontes externas, que são as informações disponíveis na loja, que podem estar impressas ou serem obtidas no atendimento. Nesta situação, aparece diante do varejista uma grande chance: ser um provedor confiável de informações para o consumidor a ponto de ele preferir comprar em sua loja só por este motivo. Afinal de contas, a busca de informações nem sempre é uma tarefa prazerosa para o consumidor, já que lhe toma tempo, os dados podem não estar claros, ou o varejista não lhe deixa muito à vontade para questionar preços ou outras características do produto.
Por isso, a primeira ação para tornar agradável e proveitosa a busca de informações pelo consumidor é expor os produtos com preços visíveis e claros, sem gerar dúvidas. Neste quesito, as lojas de departamento como Renner, C&A, Marisa e Riachuelo nos dão grandes lições, pois tem seus preços em etiquetas grandes, com letras gigantes e sempre colocadas no mesmo lugar do produto. O mesmo cuidado deve-se ter para preços na vitrine, que precisam ser legíveis e presos ao produto. Pesquisas indicam que o consumidor tem pavor de vitrines que informam preços naquelas listas com dados em letras minúsculas e afixadas em um quadrinho colocado no chão da vitrine. São preços difíceis de ser localizados e demonstram receio do lojista em comunicá-los por serem caros demais. O lojista precisa ter em mente que seu consumidor tem uma noção geral dos preços dos produtos e não é escondendo preços que você vai atraí-lo. A verdade nua e crua, é sim, o que o atrai.
Facilite também a busca de informações para o seu consumidor mantendo sua exposição de produtos organizada por cores e tamanhos. Blocos de cores dentro de separações por tamanho ajudam muito o consumidor. Cuidado, para manter sempre organizada esta arrumação. Nada irrita mais o consumidor do que gostar de um produto, mas o tamanho estar em lugar errado, por isso não lhe serve.
Mantenha seus vendedores com informações sobre materiais, marcas e tendências na ponta da língua. Seu consumidor sempre vai achar que o atendente que tem seu trabalho intimamente ligado com a moda e por isso sabe mais do que ele. Portanto, não o decepcione! Treine sua equipe para informar o consumidor.
Outra fonte de informação importantíssima para o consumidor se munir para a decisão é a fonte experimental, que no caso do varejo de moda é a prova do produto. Veja bem, um lugar tão esquecido da loja, como é o provador, fornece uma das informações mais importante para o consumidor. Capriche no seu provador. Ele é o equivalente ao test drive no mercado de automóveis, isto é, informação fundamental para se tomar uma boa decisão de compra. No provador, o consumidor se informa se o produto lhe cai bem, e você pode aproveitar ainda mais este espaço da loja para transmitir ideias.
 Fonte:textilia.net
This entry was published on August 5, 2011 at 3:22 pm and is filed under Uncategorized. Bookmark the permalink. Follow any comments here with the RSS feed for this post.

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